segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Homossexuais: direito em demasia; consequência perigosa


Há quem se espante quanto a minha reação à união homossexual, adoção de criança por esses e similares políticas que figuram na moda. Sendo prático e indo por partes: a união homossexual é o primeiro passo para o reconhecimento de um casamento homossexual. Em seguida dar-se-á a eles a interpretação de mais um núcleo familiar. Por tabela, a adoção de crianças por casais de mesmo sexo será algo mais do que legal – juridicamente falando.
As crianças adotadas não serão normais. Primeiramente, serão no mínimo coniventes com práticas homossexuais e a cartilha gay. Por que não seriam? Serão criadas num seio “familiar” assim. Do contrário, tornar-se-ão rebeldes por excelência – e só isso já seria o suficiente para um bom contra-argumento a essa adoção. Mas imaginando que não se “rebelem”, que há de acontecer? Sendo muito otimista, tais crianças se tornarão heterossexuais de boa índole que darão continuidade ao natural processo da formação familiar. Mas ainda assim serão praticamente ativistas gays – ainda que não sejam gays. E disso já estamos cheios. Entretanto, tentando explorar o horizonte de eventos de modo mais geral, há estudos que revelam a deficiência de bem-estar social e psicológico por essas crianças, vitimadas pela sociedade do “bom-mocismo”. O mais recente que li, foi um de junho, da Universidade do Texas. Ele demonstra, comparando a criação de crianças por casais homossexuais com a por de heterossexuais, o quão dada a promiscuidade e ao consumo de drogas são os seres que cresceram com um casal de mesmo sexo se comparados a outros provenientes de uma “família tradicional”. Uma boa observação, também, foi o fato de que quase ¼ deles sofrem/sofreram de abusos sexuais (os outros foram só 2% de casos), ou seja, quase vinte e cinco por cento. Além disso, o desempenho escolar foi baixo, fraco e eles foram pouco incentivados a melhorarem.
O problema com esses estudos não é que sejam “provavelmente tendenciosos”, como muitos dirão, mas sim que não se vêm a público. A mídia e outros veículos os sufocam. E isso já é um grave sinal de que não há honestidade nessa imposição de valores: não se quer balancear nada. E por que digo imposição? A família é fruto de uma necessidade natural construída através de séculos. Não ditada por uma minoria a uma maioria, mas sim uma associação de uma maioria para uma melhor construção de vida e desempenho em sociedade. O que se vê hoje é uma tentativa de infligir uma ordem natural que cessa bruscamente com os valores e nos leva a uma jogatina de um relativismo delirante. Ah! E antes que falem que certos heterossexuais são dados também a condutas depravadas, eu concordo: censuro-os sem dó, impiedosamente. Mas dizer que não há diferenças entre um casal homossexual e um heterossexual é uma observação mentirosa. A diferença nos salta aos olhos e são mais do que notáveis.
Não obstante não quero falar que homossexuais sejam dados, necessariamente, a hábitos decadentes e que não possuem bom senso. Eu afirmo que a maioria, sim, é dessa forma. É só ir a uma passeata gay de uma grande metrópole atual. Imaginar a monogamia, entre eles, de uma maneira geral, é ridículo. Não possuem, na maioria dos casos, critérios de julgamento. Destarte, não podem e não devem adotar crianças nem exercer grande papel formador na sociedade – não se utilizando de sua “identidade gay”.
Por que me meto nisso? Porque a família é o núcleo celular do estado, e do contrário do que muitos afirmam, é, sim, interesse público e coletivo que a família funcione bem, e desse modo é dever de todo cidadão discutir isso e “se meter na vida alheia”. É de interesse social que se cuide bem de crianças, ou que se minimize o máximo possível a chance delas males sofrerem. Então, sendo você um indivíduo que infelizmente não pode escapar de um mundo social, tens o total direito e dever sobre opinar no que eles chamam de “felicidade alheia”. Deveras, imagino que haja alguns gays dispostos à monogamia e a cuidar de crianças. Mas são poucos. Tal como há presos cumprindo uma pena por um crime que não cometeram, sofrendo injustiça, há homossexuais muito bem conscientes. Mas são regra? Não, são exceção, tal como o presidiário que cumpre uma pena injustamente. Seguindo a lógica que nos querem impor, fará, então, tanto sentido consentir direitos mais aos homossexuais (sim, porque os homossexuais sempre tiveram tantos direitos quantos “nós” ou não perceberam isso?) como faria sentido abrir os presídios em prol dos que lá estão por azar. Seria razoável?
Por fim, deve-se olhar o movimento homossexual não como algo que tem fim em si mesmo, mas sim como mais um agente do globalismo mundial que atenta contra a destruição dos valores e da moral ocidental. Quando se estuda o histórico do movimento gay, vê-se o caráter estritamente político dele – é escancarado. Não há solidariedade, preocupação e amor ao próximo aqui. O que há é mais uma estratégia e só mais um front dessa guerra cultural em que vivemos hoje. 

Vindo a calhar

"O Grande Homem... é mais frio, mais duro, menos hesitante, e sem medo da 'opinião'; faltam-lhe as virtudes que acompanham o respeito e a 'respeitabilidade', e inteiramente tudo aquilo que é a 'virtude do rebanho'. Se ele não pode liderar, vai sozinho... Sabe que é incomunicável: acha insosso ser familiar... Quando não está falando consigo mesmo, ele usa uma máscara. Há uma solidão dentro dele que é inacessível ao elogio ou a censura."
F.W.N


sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Sobre a esquerda


Sendo que a esquerda tem em sua essência e origem a ambição de homogeneizar ideologicamente a sociedade, destruindo com qualquer aspecto ideológico que vá de encontro às suas idéias, é mister que para a sobrevivência de um regime republicano e democrático a esquerda não exista. Montesquieu traçou excelentes discursos sobre a igualdade, sociedade, diversidade de opiniões etc., além de ser um dos pioneiros na perspectiva de enxergar um regime republicano democrático, não obstante não se valeu de nenhuma ideologia pré-fabricada para isso. Tampouco tantas outras figuras ilustres aludiram a um arcabouço senil, ambicioso e megalômano. Portanto, reafirmo: toda prática social que  tenha fim em si mesma (entenda simplesmente como "bondade"), que não possua um resguardo ideológico que anseia ser Deus ou qualquer coisa do tipo, não só pode como deve perdurar. Todo o resto, não. A esquerda tem de ser destruída o quão antes. Não deve agonizar, não deve morrer. Deve, sim, ser a pioneira na prática da "inexistência". É necessário um natural conjunto de valores para que uma nação se veja como tal; é necessário um ponto de partida em comum. Em todo o mundo, a esquerda impôs os valores e provocou somente estragos. Como a desigualdade não nasceu com o "capitalismo", a idéia de igualdade e de justiça não nasceu com a esquerda. Tudo o que ela propõe é blasfêmia e falácia. Ela deve desaparecer, inexistir  bem como a todos que a seguem.


Así Sea.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Fique claro



Não temo o mundo atual, moribundo. Tampouco temo as tempestades que estão por vir. Estou certo de mim mesmo e sinto o clamor que jaz em meu espírito. Eu não receio as tempestades, os turbilhões, o caos, o fim. Eu as anseio. Anseio como nunca antes ansiei tanto a algo. Que venham! Serei morto? Provavelmente. Matarei? Provavelmente. Mas mais do que uma vítima ou um homicida, eu Serei.

Constatando

Não há vítimas, não há como haver vítimas. Há só algozes mais saciados e menos maléficos.

Boa reflexão - autor desconhecido


"A liberdade não se apregoa: exerce-se!
Por isso mesmo, não há regimes livres, nem economias livres, nem sociedades livres, nem, tampouco, ideologias ou religiões libertadoras. O que há ou não há é homens livres. E a única dimensão em que o homem consegue manifestar genuinamente a sua liberdade – que é a sua, intrínseca e humana liberdade, mas jamais absoluta ou dissoluta - é a dimensão do espírito. Ora, o que geralmente se assiste é a espíritos atrofiados, soterrados e acorrentados a bandulhos pantabsorventes em vociferante pregação e descabelada pugna por regimes livres, mercados liberalíssimos, sociedades liiberdadérrimas! Não admira: o paraíso terreal sempre foi uma ânsia e uma construção de escravos. Donde decorre que o éden planificado descambe invariavelmente no parque policiado, no presídio geral e na masmorra colectiva.
A liberdade, como exemplifica (segundo Aristóteles) o único Ser realmente livre do cosmos, tem um preço: a solidão."

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Liberais, deixem...



Faz necessário juízo de valor para julgar, para conceber, para ter senso. Pressupõe-se a isso uma igualde de pensar, similar agir entre os indivíduos – ou uma pretensa idéia que se desenvolveu naturalmente. O culto a todas as formas de pensar e agir não contribui em absolutamente nada para a sociedade. É uma conurbação momentânea, fetiche ideológico, marxismo cultural transvestido. Todas as ações e reações de um indivíduo começam e cessam em valores. Valores esses que têm de ser coletivos, caso o contrário abre-se mão de conviver em uma sociedade e de se ter uma nação, pátria. A ruptura desses valores, proposta (e também imposta) pelos liberais , onde o único norte deve ser só e somente a economia, leva-nos a um caos latente, e corrobora com a agenda marxista. É delirante querer tratar de assuntos econômicos, administrativos e jurídicos sem antes haver um arcabouço sólido de valores. E para que existam os valores, é necessário as instituições e o culto a tradição. Destarte, o liberalismo e essa sua nova onda valida o globalismo mundial. Todo o liberal é no mínimo um cúmplice –  mesmo que por acidente – da hecatombe da humanidade. Os que não fazem isso com consciência, estão vendendo a corda para se enforcar.