sábado, 17 de novembro de 2012

Para refletir


“Admiro-me, de que vós, que participastes de tantos e tão grandes combates, vos esqueçais de que os que estão fatigados dormem um sono mais suave do que os que vivem na indolência. Não vedes, comparando vosso gênero de vida com o dos persas, que nada há de mais servil do que o luxo e a moleza, e nada de mais nobre do que o trabalho? Aliás, como poderá sujeitar-se a tratar do seu cavalo, a lustrar sua lança e seu capacete aquele que tiver perdido o hábito de empregar as mãos no cuidado de seu próprio corpo, que lhe interessa tão de perto? Não sabeis que o meio de tornar duradoura a vitória é não imitar os vencidos?”

Alexandre Magno para seus homens sobre o comodismo e a prodigalidade deles após as conquistas. 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Pena de morte


Sim, defendo a pena de morte. Defendo a pena de morte para seres cruéis, imorais e sanguinários. Suas existências atentam continuamente à harmonia social. As pessoas atualmente estão dadas a se assombrarem quando um policial abusa do poder, mas virou senso comum constatar crimes mesmo sabendo que o meliante sempre abusa do poder. No caso do policial, sim, nós confiamos a ele nossa segurança. Houve um acordo explícito. No entanto, com o marginal, não há também um acordo? Óbvio que há. É o acordo tácito da moral e do bom senso; é a velha história de minha liberdade cessar ao começar a sua; é o fato de eu não te matar quando divergirmos, nem te roubar quando tiveres algo que me chame atenção. Todos que vivem numa sociedade hão de respeitar os princípios básicos, necessários, para que se estruture qualquer comunidade. Os que negligenciam esses princípios, devem ser excluídos. E os que negligenciam esses princípios com doses de crueldade, devem ser mortos. É justo darmos o mínimo de humanidade para alguém que arbitrariamente quis retirar a vida de um outro, e de uma forma bruta? Não. E se vierem me acusarem disso e daquilo, que me acusem. Assim como o marginal tem um afã pela crueldade, eu tenho um afã para cessar com sua vida. Deus conhece nossas falhas e limites. A Ele eu prestarei contas.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Crê em Ti!


A lógica deve ser usada só até determinado ponto. Após isso, fala-se o espírito, a autoconsciência. É necessário pensar, meditar e, sobretudo, sentir. A mera retórica é a arma dos vermes e dos imponderáveis. A retórica que finda na fé e na espada é a arma dos bravos. Conheces-te e sentes o flamejar de tua alma. Sabes de certas coisas antes mesmo de realmente as conheceres: usas teu jnana e todos os teus atributos atemporais. Vai-te, homem! Seguro de si, seguro em tua fé, inesgotável e de modo invencível, porque não te prendes a nada "daqui", não se deixando tomar pela erosão, e lutas com o amor e a força do Eterno, por esse mundo e além desse.



Firme

"E hoje em dia o que conta - precisa e exclusivamente - é o trabalho de quem souber conservar-se dentro das linhas da superioridade: firme nos princípios; inacessível a qualquer concessão; indiferente perante exaltações, as convulsões, as superstições e as prostituições a cujo ritmo dançam as gerações modernas."
J.E.

Homossexuais: direito em demasia; consequência perigosa


Há quem se espante quanto a minha reação à união homossexual, adoção de criança por esses e similares políticas que figuram na moda. Sendo prático e indo por partes: a união homossexual é o primeiro passo para o reconhecimento de um casamento homossexual. Em seguida dar-se-á a eles a interpretação de mais um núcleo familiar. Por tabela, a adoção de crianças por casais de mesmo sexo será algo mais do que legal – juridicamente falando.
As crianças adotadas não serão normais. Primeiramente, serão no mínimo coniventes com práticas homossexuais e a cartilha gay. Por que não seriam? Serão criadas num seio “familiar” assim. Do contrário, tornar-se-ão rebeldes por excelência – e só isso já seria o suficiente para um bom contra-argumento a essa adoção. Mas imaginando que não se “rebelem”, que há de acontecer? Sendo muito otimista, tais crianças se tornarão heterossexuais de boa índole que darão continuidade ao natural processo da formação familiar. Mas ainda assim serão praticamente ativistas gays – ainda que não sejam gays. E disso já estamos cheios. Entretanto, tentando explorar o horizonte de eventos de modo mais geral, há estudos que revelam a deficiência de bem-estar social e psicológico por essas crianças, vitimadas pela sociedade do “bom-mocismo”. O mais recente que li, foi um de junho, da Universidade do Texas. Ele demonstra, comparando a criação de crianças por casais homossexuais com a por de heterossexuais, o quão dada a promiscuidade e ao consumo de drogas são os seres que cresceram com um casal de mesmo sexo se comparados a outros provenientes de uma “família tradicional”. Uma boa observação, também, foi o fato de que quase ¼ deles sofrem/sofreram de abusos sexuais (os outros foram só 2% de casos), ou seja, quase vinte e cinco por cento. Além disso, o desempenho escolar foi baixo, fraco e eles foram pouco incentivados a melhorarem.
O problema com esses estudos não é que sejam “provavelmente tendenciosos”, como muitos dirão, mas sim que não se vêm a público. A mídia e outros veículos os sufocam. E isso já é um grave sinal de que não há honestidade nessa imposição de valores: não se quer balancear nada. E por que digo imposição? A família é fruto de uma necessidade natural construída através de séculos. Não ditada por uma minoria a uma maioria, mas sim uma associação de uma maioria para uma melhor construção de vida e desempenho em sociedade. O que se vê hoje é uma tentativa de infligir uma ordem natural que cessa bruscamente com os valores e nos leva a uma jogatina de um relativismo delirante. Ah! E antes que falem que certos heterossexuais são dados também a condutas depravadas, eu concordo: censuro-os sem dó, impiedosamente. Mas dizer que não há diferenças entre um casal homossexual e um heterossexual é uma observação mentirosa. A diferença nos salta aos olhos e são mais do que notáveis.
Não obstante não quero falar que homossexuais sejam dados, necessariamente, a hábitos decadentes e que não possuem bom senso. Eu afirmo que a maioria, sim, é dessa forma. É só ir a uma passeata gay de uma grande metrópole atual. Imaginar a monogamia, entre eles, de uma maneira geral, é ridículo. Não possuem, na maioria dos casos, critérios de julgamento. Destarte, não podem e não devem adotar crianças nem exercer grande papel formador na sociedade – não se utilizando de sua “identidade gay”.
Por que me meto nisso? Porque a família é o núcleo celular do estado, e do contrário do que muitos afirmam, é, sim, interesse público e coletivo que a família funcione bem, e desse modo é dever de todo cidadão discutir isso e “se meter na vida alheia”. É de interesse social que se cuide bem de crianças, ou que se minimize o máximo possível a chance delas males sofrerem. Então, sendo você um indivíduo que infelizmente não pode escapar de um mundo social, tens o total direito e dever sobre opinar no que eles chamam de “felicidade alheia”. Deveras, imagino que haja alguns gays dispostos à monogamia e a cuidar de crianças. Mas são poucos. Tal como há presos cumprindo uma pena por um crime que não cometeram, sofrendo injustiça, há homossexuais muito bem conscientes. Mas são regra? Não, são exceção, tal como o presidiário que cumpre uma pena injustamente. Seguindo a lógica que nos querem impor, fará, então, tanto sentido consentir direitos mais aos homossexuais (sim, porque os homossexuais sempre tiveram tantos direitos quantos “nós” ou não perceberam isso?) como faria sentido abrir os presídios em prol dos que lá estão por azar. Seria razoável?
Por fim, deve-se olhar o movimento homossexual não como algo que tem fim em si mesmo, mas sim como mais um agente do globalismo mundial que atenta contra a destruição dos valores e da moral ocidental. Quando se estuda o histórico do movimento gay, vê-se o caráter estritamente político dele – é escancarado. Não há solidariedade, preocupação e amor ao próximo aqui. O que há é mais uma estratégia e só mais um front dessa guerra cultural em que vivemos hoje. 

Vindo a calhar

"O Grande Homem... é mais frio, mais duro, menos hesitante, e sem medo da 'opinião'; faltam-lhe as virtudes que acompanham o respeito e a 'respeitabilidade', e inteiramente tudo aquilo que é a 'virtude do rebanho'. Se ele não pode liderar, vai sozinho... Sabe que é incomunicável: acha insosso ser familiar... Quando não está falando consigo mesmo, ele usa uma máscara. Há uma solidão dentro dele que é inacessível ao elogio ou a censura."
F.W.N