terça-feira, 15 de janeiro de 2013

A Patológica Mentalidade Esquerdista e a Terapia da Verborréia Ativista


Que pícaro! Dois seres, ''duas coisas'', se acusando disso e daquilo; de traições das mais vis para com os seus e com o próprio movimento; cada um achando que representa a esquerda, o marxismo, quando não! Nenhum deles, somente, representa o marxismo e a esquerdalha: ambos a representam! É essa a natureza de uma ideologia doente, em todos os sentidos, e ela é sempre aludida com veracidade quando encontramos dois de seus simpatizantes em atrito mútuo. É a ideologia do absurdo, do escárnio, da vilania e da megalomania. E cada qual tem sua razão lá de se sentirem represantes, óbvio! Afinal, cada um desses infelizes carrega a pretensão de sê-lo. A esquerda é bem isso: uma coisa completamente indefinida, inconclusiva, sem resguardo sólido e objetivo algum, acabando por atender a qualquer fetichezinho adolescente que se apóia numa ilusão e grita contra vilões outros – sem se dar conta que são eles, estes, o próprio mal.

O PRINT EM ALTO ZOOM: http://img850.imageshack.us/img850/6338/discusso.png





segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Só propaganda


Certas vezes, quando afirmo categoricamente algo em público, ou quando defendo essa ou aquela opinião, alguém vem com o discurso sobre o que é certo e errado, tentando, dessa maneira, rebater meu ponto de vista. Em geral isso acontece com pessoas de cunho ideológico esquerdista, ou libertário, ou simplesmente de cunho “liberal-moderado”. O engraçado nessa visão de mundo de “deixai cada qual com sua vida” é que as pessoas que a pregam não percebem que isso está dentro do próprio jugo moral que tanto tentam repudiar. Assim, um esquerdista busca “justiça”, acima de tudo, achando que isso é bom; assim, um libertário acha que o respeito aos “impulsos naturais”, quaisquer que sejam, é algo bom; assim, o “liberal moderado” acha que a tolerância é boa. Não há como escapar.

sábado, 12 de janeiro de 2013


Sê homem! Não fuja de teus deveres! Não te negues! Supera-te!

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Triste hoje; pior o amanhã.


A modernidade vem com a promessa de nos libertar das algemas de séculos. Algemas essas provenientes de um passado longínquo, antiquado, opressor, destrutivo e decadente. Hoje se clama a liberdade e a total obediência a si, aos seus instintos, sem noção do que se de fato está ficando livre e sob quais valores hão de triunfar os instintos e a vontade do homem. Parece-me que a modernidade está ociosa e paranóica. A liberdade virou um fetiche, e o querer uma justificativa. Está-se livre para tudo, dizem eles, sem atentar para o fato de que estão acorrentados a uma outra perspectiva somente; está-se apto para tudo, dizem eles também, sem se darem conta de que o instinto não possui significado algum, senão o de uma reação cuja causa nós desconhecemos. Mas a desmascaro aqui, essa modernidade doente: até que ponto é razoável pensar que sendo os impulsos humanos mais básicos – e nessa lógica absurda os mais valorosos – devem ser seguidos ao pé da letra, afinal não teriam sido esses mesmos impulsos que nos escravizara? O que quero atentar aqui é para o fato de que a causa e o efeito não podem ser a mesma coisa, como bem nos ensina a lógica. Se o homem de ontem era isso ou aquilo, não o foi em outra circunstância que não na qual em que o seu também instinto existia, bem como a todos os anseios naturais. É absurda a tentativa de glorificar o homem e o seu lado mais animal para correr das más coisas, se estas foram também fruto dos instintos e da bestialidade nossa de outros tempos. A modernidade não nos pode prometer nada sem também acorrentar-nos. Diante da infinidade do universo e a imensa complexidade de um indivíduo, todas as alternativas à moral prática e ao bom senso universal e atemporal, conduzir-nos-á a uma escravidão sem precedentes. Seremos servos da vontade de todos, submetidos à liberdade eterna que só pode ser conhecida quando a nada se escolhe e a nada se faz.  

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Até Sauron apoiava o desarmamento


“- Os termos são estes - disse o Mensageiro, sorrindo e encarando-os um a um-: a gentalha de Gondor e seus iludidos aliados devem retirar-se imediatamente para além do Anduin, não sem primeiro prestarem juramento de nunca mais atacar Sauron, o Grande, aberta ou secretamente. Todas as terras a leste do Anduin deverão pertencer a Sauron para sempre, e unicamente a ele. A região a oeste do Anduin, até as Montanhas Sombrias e o Desfiladeiro de Rohan, deverá pagar tributo a Mordor, e os homens de lá não poderão portar armas(...)”

( O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei;  Cap.: O Portão Negro se abre)

Assim falou o mensageiro de Mordor, A Boca de Sauron, para o exército dos homens livres que estava diante do portão da Terra Negra.

Percebe-se que o desarmamento é uma tática antiga e popular.


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

A culpa


A culpa é o nosso inferno. É o termômetro que mede nossas ações ou inações. Ela não cessa com o perdão do outro; ela não cessa. Ela no máximo se abrande e coexistimos com ela.  Ela é a nossa vergonha eterna, pois um copo em pedaços não se desquebra e as lágrimas derramadas de um outro não tornam aos olhos. 

sábado, 29 de dezembro de 2012

Julga e age


Se não crês verdadeiramente numa verdade, num determinado caminho a se trilhar; se não crês num certo e errado, não podes a nada julgar. E não julgas porque não tens parâmetros. Se não julgamos, como iremos agir, como mudaremos o que há de errado? Não adianta virem dizer-me que o mundo não carece de julgamentos. É só olhar ao lado que te pões de sobressalto. O fim da convicção é o nascimento da inércia cômoda e covarde que nos enche o mundo atualmente e que nada contribui para melhorá-lo.